Mais uma vez obrigado aos participantes do Curso Intensivo – Azores pela intensa e cordial experiencia na preparação da sementeira e a sensação de boa disposicao de todos para continuar no futuro com o cultivo da compaixão. Da minha parte toda a disponibilidade para continuar com a intenção e a motivação nesta nobre causa e facilitar o processo até o recolher dos cestos.
Carlos Glez Diez
Compromisso assumido e cumprido… Acho que vou continuar a fazer os meus compromissos (assumidos no curso) por mais tempo Obrigada, Gonzalo e Valentin.
Tal e como foi combinado no Curso cumpri a minha promessa pendente há muitos anos.Ontem fiz pão no forno de lenha e dei um pão grande as minhas vizinhas, freiras de clausura, que me retribuíram com feijão verde que tinham apanhado nesse dia na horta do Convento. Sempre que elas fazem pão no forno de lenha nos dão um para nós. O sabor do pão conventual é divinal. O meu desejo agora é voltar a cozer pão para melhorar o meu resultado. Em realidade deu muitíssimo trabalho e não ficaram muito bem. Elas disseram que apreciaram mas que tinha sal a mais. O pão terrenal é sempre imperfeito
Este perfeccionismo de auto-transcendência e auto-exigência para atingir níveis sublimais provoca-me alguma preocupação e sofrimento. A minha mente anda preocupada com este desejo. Resta-me só apreciar compassivamente o desejo da auto-exigência como uma intenção da minha mente que permite-me assim cuidar os meus desafios para beneficio próprio e dos outros seres (que provem o meu pão no futuro).
Em fim fico muito contente em ter conseguido realizar esta experiência, directamente relacionada com o cultivo da auto-compaixão, que agora posso repetir quantas vezes quiser.
Podem ver fotografias em facebook.com/casadascalhetas
Carlos Glez
Olá a todos .
Como ficou combinado tentei ouvir com atenção plena o meu companheiro durante 30 minutos todos os dias, ao final do dia quando chegamos a casa. Curiosamente senti que foi mais fácil para mim ouvi-lo, no sentido em realizei menos esforço fisico e mental e como estava mais disponivel penso que consegui ouvi-lo também com compaixão, pelo menos em alguns dias, nestes dias constatei que ele até falava menos …talvez porque se sentia mais amado?!
Em conclusão vou tentar manter-se neste propósito por mais algum tempo e estender isto a mais algumas pessoas da familia…
Sabem para mim é dificil ouvir as pesssoas que me são proximas porque o meu trabalho é acima de tudo ouvir os outros …quando chego a casa, o que mais desejo é não ouvir ninguém, ou seja, descansar e estar em silêncio.
Obrigado por me ouvirem…
Até logo…
Tenho conseguido cumprir a minha tarefa que já ultrapassou a semana. Inicialmente foi um pouco difícil.
Mas sem dúvida que as pessoas envolvidas estão mais tranquilas e bem disposta, assim como eu.
Tento manter as minhas sementes cuidadas e regadas, mas de vez em quando surgem ervas daninhas.
As meditações têm ajudado e novos objectivos e metas são delineados.
Só por hoje… e desligar-me do meu piloto automático ajuda-me a ter uma atenção mais plena ao meu redor.
Grata a todos
O melhor é que parece que todos já ultrapassaram a semana inicial e estão com vontade de continuar. Eu também continuo a fazer a minha meditação diária e, por enquanto, a minha meta é apenas semanal 😉
Obrigada a todos.
Maria
Olá, a todos…! Gonzalo! Valentín! Perdoem-me a ausência e o silêncio por mais de duas semanas (não foi isso que combinámos, eu sei!)… que bom poder encontrar-me por aqui convosco novamente! Ao entrar na página, senti-me, por momentos, invadida por um enorme sentimento de nostalgia… foi uma experiência incrível e muito especial! Ao ler os comentários anteriores, percebo que continuamos juntos na demanda de nós próprios e do nosso ser compassivo. É bom sentir que não estamos sós… 😉 Confesso que não tenho sido tão disciplinada a meditar quanto gostaria, mas procuro sublimar este facto, não sendo demasiado dura comigo mesma, encarando-o, assim, como uma oportunidade para dar voz ao meu lado auto-compassivo. Sinto, no entanto, que estou mais desperta e consciente de mim mesma.
Quanto à tarefa a que me propûs – a de abraçar todos os dias o meu companheiro, mostrando-lhe que compreendo que, também, ele faz o que pode com o que tem – continuo a pô-la em prática e… curiosamente, foi como se algo em mim se reconetasse e retomasse o seu curso natural, passando a fluir novamente… continua a haver momentos em que me retraio, gerados por alguns sentimentos menos compassivos, de menor compreensão e tolerância, mas torna-se mais fácil promover ações reparadoras no sentido de uma maior aproximação. E, curiosamente, é como se algo nele se desbloqueasse também… como, se de uma dança se tratasse!
Por tudo isso, e muito mais, o meu muito obrigada, Gonzalo e Valentín, e a todos vós, sem os quais nada teria sido o mesmo! Um abraço compassivo! Espero que nos voltemos a encontrar! Até lá, desejo-vos a todos uma boa viagem repleta de novas e aliciantes aventuras! Até breve…
Olá a todos!
Bom, cumpri com o prometido durante o tempo que definimos- ser mais compassiva com a minha mãe… e estendi este compromisso para lá desse tempo… Confesso que nem sempre é fácil, mas é muito bom perceber que algo pode transformar-se…Para além disso, iniciei a meditação por alguns dias depois de terminarmos o curso! Mas… ups! rapidamente somos engolidos pelas rotinas e pelas desculpas que damos a nós mesmos para não mudarmos a nossa rota habitual!! (a demora em escrever aqui é também prova disso mesmo! ;)) Contudo, esta é uma caminhada sem data de termo, portanto aproveito para ser compassiva comigo mesma e assim dar-me sempre a oportunidade de retomar o caminho… E esta foi uma enorme aprendizagem (ou tomada de consciência!!)… De facto algo em mim mudou!…e sinto isso de uma forma tão clara, tão serena… Quero, por isso, agradecer muito a todos!
Proponho-me regar delicadamente e com afinco esta semente que germina desde que nos encontramos!!
Gratidão! e até um desejado Reencontro!
Olá a todos espero que continuem a caminhada em busca da felicidade. O meu compromisso foi posto em prática e tenho de confessar que os primeiros dias tinha de me obrigar a ser simpática porque tinha tanto sono e ainda tinha que dar um sorriso e desejar um bom dia!! Mas logo reflecti porque me custava tanto e percebi que tenho muita necessidade de descansar mas quando não é possível (e acreditem que não tem sido) aceito-o e agradeço que estou viva e que os outros não têm que sofrer com o meu humor e que este gesto de ternura pelo outro também se reflecte num gesto de ternura para comigo e sem dúvida que é uma forma muito mais agradável de iniciar o dia. Este é um gesto que tenho feito todos os dias e que não quero deixar de o fazer. Não tenho conseguido ser organizada o suficiente para começar o programa mas agora que vou ter mais tempo disponível, pois as coisas aqui na escola estão muito mais tranquilas, é um compromisso que desejo fazer comigo mesma porque sinto que preciso e que é o caminho que quero seguir. Mas neste entretanto, tem me sido muito útil fazer pequenas pausas para respirar quando a irritabilidade começa, apreciar o momento (principalmente quando corro sinto-me completamente focada nas sensações corporais e a mente super ocupada abranda bastante), ser mais tolerante comigo quando as coisas não me correm como planeado (aqui tenho um grande desafio), bem como o exercício da gratidão. Obrigada a todos pela partilha e pela compaixão que foi sentida naqueles dias. Todos os minutos são uma oportunidade para um novo começo.
Gracias Carla por compartir tu experiencia. Sonreír y desear un buen día puede ser un aporte tremendo al mundo y, tal como dices, una maravillosa manera de comenzar el día. Interesante también tu reflexión sobre la necesidad de descanso. Para muchos nuestra auto-compasión podría comenzar por ahí, notando nuestras necesidades básicas insatisfecha y ver con cariño cómo satisfacerlas. Un abrazo y mucho ánimo para desarrollar las prácticas del programa. Gonzalo.
» aproveito para ser compassiva comigo mesma e assim dar-me sempre a oportunidade de retomar o caminho…» Qué importante esta parte Joana. El punto principal de todo el entrenamiento es la pregunta «¿Cómo traigo la compasión a esta experiencia tal como es?» Esto incluye la experiencia de no cumplir con las propias expectativas respecto a la práctica. Me alegra que el compromiso de tratar de manera más amable y compasiva a tu madre te ha ayudado a nutrir esa intención, aunque la aplicación no sea siempre perfecta (para nadie lo es). También en mí, con esos días compartidos, algo mudou, y resueno con tu gratitud al grupo y la esperanza de un encuentro futuro. Un gran abrazo.
María Cristina, Gracias por compartir tus experiencias post-programa. Qué alegría que la página con los recursos adicionales te sirva como un espacio concreto de reconexión con el espacio que juntos construimos en el grupo. Es importante ayudarnos a mantener la intención a través de frases, objetos, páginas web, y por supuesto las lecturas y prácticas directamente relacionadas con el tema. De esa manera, se va nutriendo un hábito y una «cultura interior».
Qué bonito lo que dices sobre la práctica de tomar un compromiso altruista:
«foi como se algo em mim se reconetasse e retomasse o seu curso natural, passando a fluir novamente…continua a haver momentos em que me retraio, gerados por alguns sentimentos menos compassivos, de menor compreensão e tolerância, mas torna-se mais fácil promover ações reparadoras no sentido de uma maior aproximação. E, curiosamente, é como se algo nele se desbloqueasse também… como, se de uma dança se tratasse!»
Así es, cuando hacermos estas prácticas no estamos «fabricando» nada nuevo, simplemente estamos des-obstruyendo el caudal de amor y compasión que vive dentro de cada uno.
Un abrazo.
Qué bien que estés realizando tu meditación diaria, María. Coincido contigo en la alegría de que el tema de la compasión no quede sepultado tras unos días intensivos. El cultivo de la compasión es un trabajo de largo plazo, pero que trae también alegrías a corto plazo. Un abrazo, buena práctica y sigue contándonos cómo vas.
Lucía, gracias por compartir tu experiencia y me alegra saber que tu tarea de una semana ya se extiende por varias. A medida que uno mismo y el mundo va cambiando poco a poco en coherencia a las semillas que vamos regando, el hecho de practicar se ve reforzado por el efecto positivo. Tomo para mí tu intención paa el día:
«Só por hoje… e desligar-me do meu piloto automático ajuda-me a ter uma atenção mais plena ao meu redor».
Cuando puedas, cuéntanos cómo van esos nuevos objetivos que surgen con el paso de las semanas y la exploración de las meditaciones. Un abrazo.
Querida Raquel,
Gracias por tus comentarios. Muy interesante la experiencia de escuchar a tu compañero con atención y compasión. Esto que comentas lo hemos visto como una experiencia común muchas veces:
«penso que consegui ouvi-lo também com compaixão, pelo menos em alguns dias, nestes dias constatei que ele até falava menos …talvez porque se sentia mais amado?!»
Definitivamente, cuando las personas se sienten atendidas y escuchadas, a menudo disminuyen sus intentos (a veces irritantes) de buscar atención. A veces 5 minutos bien entregados nutren más que una hora a media presencia.
Resueno mucho con lo que dices sobre la necesidad de encontrar espacios de silencio (não ouvir ninguém, ou seja, descansar e estar em silêncio) después del trabajo. Creo que ambas cosas no son incompatibles y es una necesidad completamente comprensible. En mi experiencia es importante negociar con nuestros compañeros/compañeras espacios de soledad y silencio cuando nuestro trabajo implica escuchar profundamente el sufrimeiento de otros. Si no lo hacemos, el riesgo de andar irritables aumenta considerablemente.
Un abrazo y que siga la práctica.
Gracias por compartir Raquel, y qué bueno que te haya gustado y servido la practica de tomar compromisos. Al parecer, los humanos necesitamos comprometernos para poder desarrollar nuestro potencial, y si lo hacemos con un grupo de amigos, esos compromisos se ven nutridos por el amor y el deseo compartido de florecer juntos. Gracias a ti por tu participación tan sincera.
Querido Carlos,
¿Cómo va la práctica? ¿Has tenido una nueva oportunidad de preparar pan? Parece algo simple pero es todo un arte que al parecer tus vecinas han perfeccionado con muchísima práctica de años cociendo pan.
Me parece genial que hayas tomado esta labor, el hacer pan para compartir, como tu práctica de mindfulness y compasión. Claramente tiene un elemento contemplativo, al mezclar los ingredientes, amasar con paciencia, dejar leudar la masa con la temperatura y humedad justa, y dejar que los panes se cocinen lentamente en el horno de leña…. Y me parece un buen espacio para explorar el proceso de querer mejorar en algo sin caer en el perfeccionismo y la autocrítica, sin caer en la tendencia de fijar nuestro ego en el resultado.
Que tus panes y tus prácticas esté llenas de amor y paciencia, que imagino serán los ingredientes místicos de tus vecinas.
Un gran abrazo y gracias!
Mais uma vez obrigado aos participantes do Curso Intensivo – Azores pela intensa e cordial experiencia na preparação da sementeira e a sensação de boa disposicao de todos para continuar no futuro com o cultivo da compaixão. Da minha parte toda a disponibilidade para continuar com a intenção e a motivação nesta nobre causa e facilitar o processo até o recolher dos cestos.
Carlos Glez Diez
Compromisso assumido e cumprido… Acho que vou continuar a fazer os meus compromissos (assumidos no curso) por mais tempo Obrigada, Gonzalo e Valentin.
Tal e como foi combinado no Curso cumpri a minha promessa pendente há muitos anos.Ontem fiz pão no forno de lenha e dei um pão grande as minhas vizinhas, freiras de clausura, que me retribuíram com feijão verde que tinham apanhado nesse dia na horta do Convento. Sempre que elas fazem pão no forno de lenha nos dão um para nós. O sabor do pão conventual é divinal. O meu desejo agora é voltar a cozer pão para melhorar o meu resultado. Em realidade deu muitíssimo trabalho e não ficaram muito bem. Elas disseram que apreciaram mas que tinha sal a mais. O pão terrenal é sempre imperfeito
Este perfeccionismo de auto-transcendência e auto-exigência para atingir níveis sublimais provoca-me alguma preocupação e sofrimento. A minha mente anda preocupada com este desejo. Resta-me só apreciar compassivamente o desejo da auto-exigência como uma intenção da minha mente que permite-me assim cuidar os meus desafios para beneficio próprio e dos outros seres (que provem o meu pão no futuro).
Em fim fico muito contente em ter conseguido realizar esta experiência, directamente relacionada com o cultivo da auto-compaixão, que agora posso repetir quantas vezes quiser.
Podem ver fotografias em facebook.com/casadascalhetas
Carlos Glez
Olá a todos .
Como ficou combinado tentei ouvir com atenção plena o meu companheiro durante 30 minutos todos os dias, ao final do dia quando chegamos a casa. Curiosamente senti que foi mais fácil para mim ouvi-lo, no sentido em realizei menos esforço fisico e mental e como estava mais disponivel penso que consegui ouvi-lo também com compaixão, pelo menos em alguns dias, nestes dias constatei que ele até falava menos …talvez porque se sentia mais amado?!
Em conclusão vou tentar manter-se neste propósito por mais algum tempo e estender isto a mais algumas pessoas da familia…
Sabem para mim é dificil ouvir as pesssoas que me são proximas porque o meu trabalho é acima de tudo ouvir os outros …quando chego a casa, o que mais desejo é não ouvir ninguém, ou seja, descansar e estar em silêncio.
Obrigado por me ouvirem…
Até logo…
Tenho conseguido cumprir a minha tarefa que já ultrapassou a semana. Inicialmente foi um pouco difícil.
Mas sem dúvida que as pessoas envolvidas estão mais tranquilas e bem disposta, assim como eu.
Tento manter as minhas sementes cuidadas e regadas, mas de vez em quando surgem ervas daninhas.
As meditações têm ajudado e novos objectivos e metas são delineados.
Só por hoje… e desligar-me do meu piloto automático ajuda-me a ter uma atenção mais plena ao meu redor.
Grata a todos
O melhor é que parece que todos já ultrapassaram a semana inicial e estão com vontade de continuar. Eu também continuo a fazer a minha meditação diária e, por enquanto, a minha meta é apenas semanal 😉
Obrigada a todos.
Maria
Olá, a todos…! Gonzalo! Valentín! Perdoem-me a ausência e o silêncio por mais de duas semanas (não foi isso que combinámos, eu sei!)… que bom poder encontrar-me por aqui convosco novamente! Ao entrar na página, senti-me, por momentos, invadida por um enorme sentimento de nostalgia… foi uma experiência incrível e muito especial! Ao ler os comentários anteriores, percebo que continuamos juntos na demanda de nós próprios e do nosso ser compassivo. É bom sentir que não estamos sós… 😉 Confesso que não tenho sido tão disciplinada a meditar quanto gostaria, mas procuro sublimar este facto, não sendo demasiado dura comigo mesma, encarando-o, assim, como uma oportunidade para dar voz ao meu lado auto-compassivo. Sinto, no entanto, que estou mais desperta e consciente de mim mesma.
Quanto à tarefa a que me propûs – a de abraçar todos os dias o meu companheiro, mostrando-lhe que compreendo que, também, ele faz o que pode com o que tem – continuo a pô-la em prática e… curiosamente, foi como se algo em mim se reconetasse e retomasse o seu curso natural, passando a fluir novamente… continua a haver momentos em que me retraio, gerados por alguns sentimentos menos compassivos, de menor compreensão e tolerância, mas torna-se mais fácil promover ações reparadoras no sentido de uma maior aproximação. E, curiosamente, é como se algo nele se desbloqueasse também… como, se de uma dança se tratasse!
Por tudo isso, e muito mais, o meu muito obrigada, Gonzalo e Valentín, e a todos vós, sem os quais nada teria sido o mesmo! Um abraço compassivo! Espero que nos voltemos a encontrar! Até lá, desejo-vos a todos uma boa viagem repleta de novas e aliciantes aventuras! Até breve…
Olá a todos!
Bom, cumpri com o prometido durante o tempo que definimos- ser mais compassiva com a minha mãe… e estendi este compromisso para lá desse tempo… Confesso que nem sempre é fácil, mas é muito bom perceber que algo pode transformar-se…Para além disso, iniciei a meditação por alguns dias depois de terminarmos o curso! Mas… ups! rapidamente somos engolidos pelas rotinas e pelas desculpas que damos a nós mesmos para não mudarmos a nossa rota habitual!! (a demora em escrever aqui é também prova disso mesmo! ;)) Contudo, esta é uma caminhada sem data de termo, portanto aproveito para ser compassiva comigo mesma e assim dar-me sempre a oportunidade de retomar o caminho… E esta foi uma enorme aprendizagem (ou tomada de consciência!!)… De facto algo em mim mudou!…e sinto isso de uma forma tão clara, tão serena… Quero, por isso, agradecer muito a todos!
Proponho-me regar delicadamente e com afinco esta semente que germina desde que nos encontramos!!
Gratidão! e até um desejado Reencontro!
Olá a todos espero que continuem a caminhada em busca da felicidade. O meu compromisso foi posto em prática e tenho de confessar que os primeiros dias tinha de me obrigar a ser simpática porque tinha tanto sono e ainda tinha que dar um sorriso e desejar um bom dia!! Mas logo reflecti porque me custava tanto e percebi que tenho muita necessidade de descansar mas quando não é possível (e acreditem que não tem sido) aceito-o e agradeço que estou viva e que os outros não têm que sofrer com o meu humor e que este gesto de ternura pelo outro também se reflecte num gesto de ternura para comigo e sem dúvida que é uma forma muito mais agradável de iniciar o dia. Este é um gesto que tenho feito todos os dias e que não quero deixar de o fazer. Não tenho conseguido ser organizada o suficiente para começar o programa mas agora que vou ter mais tempo disponível, pois as coisas aqui na escola estão muito mais tranquilas, é um compromisso que desejo fazer comigo mesma porque sinto que preciso e que é o caminho que quero seguir. Mas neste entretanto, tem me sido muito útil fazer pequenas pausas para respirar quando a irritabilidade começa, apreciar o momento (principalmente quando corro sinto-me completamente focada nas sensações corporais e a mente super ocupada abranda bastante), ser mais tolerante comigo quando as coisas não me correm como planeado (aqui tenho um grande desafio), bem como o exercício da gratidão. Obrigada a todos pela partilha e pela compaixão que foi sentida naqueles dias. Todos os minutos são uma oportunidade para um novo começo.
Gracias Carla por compartir tu experiencia. Sonreír y desear un buen día puede ser un aporte tremendo al mundo y, tal como dices, una maravillosa manera de comenzar el día. Interesante también tu reflexión sobre la necesidad de descanso. Para muchos nuestra auto-compasión podría comenzar por ahí, notando nuestras necesidades básicas insatisfecha y ver con cariño cómo satisfacerlas. Un abrazo y mucho ánimo para desarrollar las prácticas del programa. Gonzalo.
» aproveito para ser compassiva comigo mesma e assim dar-me sempre a oportunidade de retomar o caminho…» Qué importante esta parte Joana. El punto principal de todo el entrenamiento es la pregunta «¿Cómo traigo la compasión a esta experiencia tal como es?» Esto incluye la experiencia de no cumplir con las propias expectativas respecto a la práctica. Me alegra que el compromiso de tratar de manera más amable y compasiva a tu madre te ha ayudado a nutrir esa intención, aunque la aplicación no sea siempre perfecta (para nadie lo es). También en mí, con esos días compartidos, algo mudou, y resueno con tu gratitud al grupo y la esperanza de un encuentro futuro. Un gran abrazo.
María Cristina, Gracias por compartir tus experiencias post-programa. Qué alegría que la página con los recursos adicionales te sirva como un espacio concreto de reconexión con el espacio que juntos construimos en el grupo. Es importante ayudarnos a mantener la intención a través de frases, objetos, páginas web, y por supuesto las lecturas y prácticas directamente relacionadas con el tema. De esa manera, se va nutriendo un hábito y una «cultura interior».
Qué bonito lo que dices sobre la práctica de tomar un compromiso altruista:
«foi como se algo em mim se reconetasse e retomasse o seu curso natural, passando a fluir novamente…continua a haver momentos em que me retraio, gerados por alguns sentimentos menos compassivos, de menor compreensão e tolerância, mas torna-se mais fácil promover ações reparadoras no sentido de uma maior aproximação. E, curiosamente, é como se algo nele se desbloqueasse também… como, se de uma dança se tratasse!»
Así es, cuando hacermos estas prácticas no estamos «fabricando» nada nuevo, simplemente estamos des-obstruyendo el caudal de amor y compasión que vive dentro de cada uno.
Un abrazo.
Qué bien que estés realizando tu meditación diaria, María. Coincido contigo en la alegría de que el tema de la compasión no quede sepultado tras unos días intensivos. El cultivo de la compasión es un trabajo de largo plazo, pero que trae también alegrías a corto plazo. Un abrazo, buena práctica y sigue contándonos cómo vas.
Lucía, gracias por compartir tu experiencia y me alegra saber que tu tarea de una semana ya se extiende por varias. A medida que uno mismo y el mundo va cambiando poco a poco en coherencia a las semillas que vamos regando, el hecho de practicar se ve reforzado por el efecto positivo. Tomo para mí tu intención paa el día:
«Só por hoje… e desligar-me do meu piloto automático ajuda-me a ter uma atenção mais plena ao meu redor».
Cuando puedas, cuéntanos cómo van esos nuevos objetivos que surgen con el paso de las semanas y la exploración de las meditaciones. Un abrazo.
Querida Raquel,
Gracias por tus comentarios. Muy interesante la experiencia de escuchar a tu compañero con atención y compasión. Esto que comentas lo hemos visto como una experiencia común muchas veces:
«penso que consegui ouvi-lo também com compaixão, pelo menos em alguns dias, nestes dias constatei que ele até falava menos …talvez porque se sentia mais amado?!»
Definitivamente, cuando las personas se sienten atendidas y escuchadas, a menudo disminuyen sus intentos (a veces irritantes) de buscar atención. A veces 5 minutos bien entregados nutren más que una hora a media presencia.
Resueno mucho con lo que dices sobre la necesidad de encontrar espacios de silencio (não ouvir ninguém, ou seja, descansar e estar em silêncio) después del trabajo. Creo que ambas cosas no son incompatibles y es una necesidad completamente comprensible. En mi experiencia es importante negociar con nuestros compañeros/compañeras espacios de soledad y silencio cuando nuestro trabajo implica escuchar profundamente el sufrimeiento de otros. Si no lo hacemos, el riesgo de andar irritables aumenta considerablemente.
Un abrazo y que siga la práctica.
Gracias por compartir Raquel, y qué bueno que te haya gustado y servido la practica de tomar compromisos. Al parecer, los humanos necesitamos comprometernos para poder desarrollar nuestro potencial, y si lo hacemos con un grupo de amigos, esos compromisos se ven nutridos por el amor y el deseo compartido de florecer juntos. Gracias a ti por tu participación tan sincera.
Querido Carlos,
¿Cómo va la práctica? ¿Has tenido una nueva oportunidad de preparar pan? Parece algo simple pero es todo un arte que al parecer tus vecinas han perfeccionado con muchísima práctica de años cociendo pan.
Me parece genial que hayas tomado esta labor, el hacer pan para compartir, como tu práctica de mindfulness y compasión. Claramente tiene un elemento contemplativo, al mezclar los ingredientes, amasar con paciencia, dejar leudar la masa con la temperatura y humedad justa, y dejar que los panes se cocinen lentamente en el horno de leña…. Y me parece un buen espacio para explorar el proceso de querer mejorar en algo sin caer en el perfeccionismo y la autocrítica, sin caer en la tendencia de fijar nuestro ego en el resultado.
Que tus panes y tus prácticas esté llenas de amor y paciencia, que imagino serán los ingredientes místicos de tus vecinas.
Un gran abrazo y gracias!